Nosso
movimento pode ter iniciado como a luta de uma minoria mais o que devemos agora
tentar ’’liberar’’ é um aspecto das
vidas pessoais de todos - a expressão sexual .
Jonh D’Emilio, “Capitalisn and gay identity”, p.229
A homofobia está relacionada à
rejeição do outro por suas escolhas sexuais, é a repressão e hostilidade contra
o desejo que o outro possa ter por uma pessoa do mesmo sexo, e que fuja dos padrões da família patriarcalista na sociedade. Assim como outras
classes de minoria que são vistas como o diferente, fora do comum, os
homossexuais adentram nessa estrutura de opressão que é demonstrada como
homofobia.
A primeira vez que surgiu essa palavra foi nos Estados Unidos na década de 70, onde começaram também os primeiros movimentos gays e lésbicos, sobre a liberação sexual. Mais foi a partir dos anos 90 que veio agregar os dicionários e dialogar com esse tema, junto com o movimento LGBT. Essa visão de que o gay, lésbica vai ser o inferior, o marginalizado, o irracional é uma tendência que ao longo dos anos vem sendo discutida. Não somente essas questões de análises de alteridade, mas a questão epistemológica mesmo, de entender o funcionamento do homossexualidade, suas origens e o por quê dessa provocação toda que ela causa. Dentro desses fatores, cabe colocar a questão política e problematizar a homofobia pensando em políticas de formação e aceitação. Como qualquer outra forma de desejo erótico e afeto, a homossexualidade é tão legitima quanto a heterossexualidade. Não se trata de uma hierarquização sexual, colocando a heterossexualidade como superior a qualquer outro tipo de orientação sexual - tal como a homossexualidade - inferior.
A primeira vez que surgiu essa palavra foi nos Estados Unidos na década de 70, onde começaram também os primeiros movimentos gays e lésbicos, sobre a liberação sexual. Mais foi a partir dos anos 90 que veio agregar os dicionários e dialogar com esse tema, junto com o movimento LGBT. Essa visão de que o gay, lésbica vai ser o inferior, o marginalizado, o irracional é uma tendência que ao longo dos anos vem sendo discutida. Não somente essas questões de análises de alteridade, mas a questão epistemológica mesmo, de entender o funcionamento do homossexualidade, suas origens e o por quê dessa provocação toda que ela causa. Dentro desses fatores, cabe colocar a questão política e problematizar a homofobia pensando em políticas de formação e aceitação. Como qualquer outra forma de desejo erótico e afeto, a homossexualidade é tão legitima quanto a heterossexualidade. Não se trata de uma hierarquização sexual, colocando a heterossexualidade como superior a qualquer outro tipo de orientação sexual - tal como a homossexualidade - inferior.
A própria hierarquização sexual é uma
homofobia social. A moral que se trata de vulgarização do gay e da lésbica, que
seria rebaixá-los a situações ridículas, expondo eles à sociedade como
‘’anormais’’, e vai bem além disso, chegando a situações brutais, como estamos
vivendo de certo tempo pra cá, a violência exacerbada contra eles. Esse medo de que os homossexuais sejam equivalentes e estejam conseguindo seu espaço,
assusta a ordem heterossexual causando essa ação contraria, a algo que é
legitimo e livre de sentir. Políticas para aprofundar esses debates, por exemplo na escola,
pondo a homossexualidade como temas transversais é um avanço pra
conscientização da sociedade.
A escola tem que ter esse papel de orientar os alunos a entender essas novas manifestações sexuais, sociais que vem surgindo ao longo do tempo. A reprodução heteronormatizada pela família e pela escola, onde se reproduz muito isso, é um problema que deve ser revisto e orientado. Formação e diálogo com esses educadores e educadoras e com a família é válido e vai fazer a transformação. O que devemos defender além de todas essas questões conceituais e dados de pesquisas sobre a homofobia e a homossexualidade, é que existe o amor, o afeto que é algo pertencente a qualquer humano e da natureza dele. Subjugar @ outr@, por sua cor, raça, sexo, religião é negar a liberdade que tanto falamos que queremos e que temos conquistado. Mais que liberdade aprisionada é essa? Ao preconceito, à intolerância? A construção de todas essas questões deve ser de liberação ao outro e as suas escolhas.
Kalline Laira.
A escola tem que ter esse papel de orientar os alunos a entender essas novas manifestações sexuais, sociais que vem surgindo ao longo do tempo. A reprodução heteronormatizada pela família e pela escola, onde se reproduz muito isso, é um problema que deve ser revisto e orientado. Formação e diálogo com esses educadores e educadoras e com a família é válido e vai fazer a transformação. O que devemos defender além de todas essas questões conceituais e dados de pesquisas sobre a homofobia e a homossexualidade, é que existe o amor, o afeto que é algo pertencente a qualquer humano e da natureza dele. Subjugar @ outr@, por sua cor, raça, sexo, religião é negar a liberdade que tanto falamos que queremos e que temos conquistado. Mais que liberdade aprisionada é essa? Ao preconceito, à intolerância? A construção de todas essas questões deve ser de liberação ao outro e as suas escolhas.
Kalline Laira.
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